quarta-feira, 14 de setembro de 2011

I Seminário Nacional de Tutores

Arquivado em Educação a Distância , Eventos 
Foram divulgados os trabalhos aprovados para o I Seminário Nacional de Tutores de EaD, que será promovido pela ANATED, nos próximos dias 30/09 e 01/10. Ao todo, foram mais de 150 trabalhos desenvolvidos por tutores e pesquisadores e submetidos à comissão avaliadora.
A expectativa é que 5 mil profissionais e interessados participem online, o que torna o Seminário como sendo o maior evento de EaD do país com atividade síncronas. O sucesso está no engajamento dos apoiadores do evento, em especial, as instituições públicas participantes do Sistema Universidade Aberta do Brasil (UABs). Ao todo, são mais de 60 instituições apoiadoras, entre Universidades, Centro Universitários, Institutos, Faculdades e Pólos de apoio presencial de todo o país.
Dentre os vários destaques está a participação do Prof. Dr. Daniel Mill (UFSCar), e que atualmente está realizando o pós-doutorado em Gestão Estratégica na Educação a Distância na Universidade Aberta de Portugal. O tema abordado por ele será “Condições de trabalho dos tutores”.
Confira a programação do I Seminário que conduzirá para a construção democrática da identidade da tutoria no Brasil.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Curso a distância da USP – 40% eliminados

Desistências podem ter sido geradas pela alta exigência do curso, dificuldade dos usuários em utilizar as ferramentas e pela grande quantidade de aulas presenciais.
Quase 40% dos alunos que estavam matriculados no curso de graduação online da Universidade de São Paulo (USP) foram eliminados do programa devido ao grande número de faltas. A modalidade, que começou em outubro de 2010, possui atualmente 360 vagas.
A USP acredita que as desistências foram geradas por diversos fatores, entre elas a alta exigência do curso, a dificuldade dos usuários em utilizar as ferramentas online e a grande quantidade de aulas presenciais.
Segundo os dados divulgados pela USP, cerca de 10% dos alunos não chegaram a atingir o mínimo de 70% de presença para serem aprovados, enquanto 30% dos alunos dos cursos semipresenciais da área de ciências não tiveram praticamente nenhum contato com o conteúdo das matérias.
O número de desistências nos cursos a distância da USP está acima da média da Associação Brasileira de Educação a Distância, que alcançou a taxa de 14% durante o último censo, realizado em 2009.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Cursos a distância ganham + adeptos

Falta de tempo, necessidade de um diploma de curso superior e mensalidades com valores baixos. Esses são os principais motivos pelos quais cada vez mais jovens buscam a educação à distância (EaD), modalidade de ensino que cresce em ritmo acelerado no Brasil. De acordo com o último censo do ensino superior do Ministério da Educação (MEC), o número de matrículas subiu de 40,7 mil matrículas, em 2002, para 838,1 mil em 2009, um aumento de 2.059%.
Ainda segundo o censo do MEC, o número de cursos à distância oferecidos no país cresceu quase 20 vezes entre 2002 e 2009, saltando de 46 graduações abertas para 844 no mesmo intervalo – um crescimento de 1.834% em sete anos. E esses números devem aumentar. A previsão do MEC é que o Brasil tenha até o final do ano cerca de um milhão de estudantes universitários matriculados em cursos à distância. Segundo o órgão, atualmente o país contabiliza aproximadamente 870 mil estudantes nesta modalidade de ensino. O número total de alunos matriculados será divulgado no Censo da Educação Superior, previsto para ser apresentado ainda este ano.
Segundo Osiris Mannes Bastos, diretor acadêmico das Faculdades Fael, da Lapa, o crescimento da procura pelo ensino à distância aumentou devido à correria que o dia a dia impõe às pessoas. “Hoje em dia é difícil arrumar tempo para se dedicar aos estudos. Todos têm compromissos profissionais e familiares, enfrentam trânsito e isso contribui para o crescimento do ensino à distância. E essa procura deve aumentar nos próximos anos”, afirma Bastos.
Para Benhur Etelberto Gaio, diretor acadêmico das instituições de ensino superior do Grupo Uninter, de Curitiba, o modalidade de ensino é inclusiva e por isso cresce a cada dia que passa no Brasil. “Muitas pessoas estão distantes da sua formação profissional, seja em que nível for, por diversas dificuldades de acesso a uma instituição de ensino: longos deslocamentos, horário de trabalho, valor das mensalidades, entre outros”, diz Gaio.
Perfil
O estudante de EaD tem alguns diferenciais. Ao contrário do curso presencial, é ele quem vai conduzir o próprio estudo, e não o professor. O estudante precisa se organizar e dividir bem o tempo. Dados do censo 2009 da Associação Brasileira de Educação à Distância (ABED) apontam que 53,4% dos alunos de EaD são mulheres e a faixa etária mais presente é a que vai de 30 a 34 anos. “Também é uma modalidade de aprendizagem adequada às pessoas mais experientes e com necessidades de formação para aperfeiçoamento na vida profissional”, ressalta Gaio.
Flexibilidade nos horários atrai alunos
A possibilidade de poder planejar os horários de estudo, podendo conciliar com compromissos profissionais e familiares ao longo do curso, tem sido o fator principal para que os estudantes procurem o ensino à distância. É o caso do gerente comercial, Nilton Neves, que conclui a pós-graduação em educação na Fael. Ele afirma que a flexibilidade da carga horária do curso pesou no momento da escolha. “Você tem a facilidade de estudar na hora que bem entender e isso é excelente já que você planeja seu tempo de acordo com suas necessidades”, conta.
O bancário Samuel Tavares, de Varginha, Minas Gerais, segue a mesma linha. Ele se formou Processos Gerenciais pela Facinter e por questão de tempo, optou por um curso à distância. “Consegui um diploma em dois anos, fazendo as aulas quando eu podia, sem nenhuma obrigação de horário. Então, essa questão de tempo influenciou muito na minha escolha”, diz.
Outro fato abordado pelos dois profissionais é a questão do preço das mensalidades. Ambos pagaram cerca de R$ 200 por mês durante os dois anos de curso. “Se você pesquisar, uma mensalidade de qualquer faculdade ou pós-graduação não custa menos do que 500 reais. Já no EaD não paguei nem a metade disso e ainda planejava meus horários de estudo”, afirma Neves.
Aulas pela internet
O MEC determina que as instituições de ensino à distância ofereçam polos de apoio educacionais para os cursos de formação superior. Já para os cursos de extensão e pós-graduação, as aulas podem ser todas feitas à distância. Os meios para se assistir as aulas são os mais variados: material impresso distribuído pelo correio, transmissão de rádio ou TV, fitas de áudio ou de vídeo, redes de computadores, sistemas de teleconferência ou videoconferência e até telefone.
Mercado de trabalho aberto
Ao contrário do que muitos pensam, os profissionais formados através da educação à distância têm boa receptividade do mercado de trabalho. Segundo Osiris Mannes Bastos, das Faculdades Fael, não existe mais uma resistência dos empregadores em dar oportunidade às pessoas oriundas do EaD. “O mercado procura por profissionais realmente qualificados, independente da formação. Além disso, atualmente muito dos empregadores são formados ou já fizeram algum tipo de curso à distância”, relata.
Benhur Etelberto Gaio, do Grupo Uninter, também afirma que o mercado absorve os profissionais oriundos do EaD e os reconhece como plenamente habilitados, mas acredita ainda haver um pouco de resistência. “Temos setores retrógrados na nossa sociedade e, infelizmente, as resistências estão focadas justamente em alguns conselhos de classe que deveriam ser exatamente os primeiros a apoiar a ensino à distância como oportunidade para pessoas que nunca conseguiriam atingir o ensino superior se dependesse de cursos na modalidade presencial”, diz.
Para o gerente comercial Nilton Neves, que fez pós-graduação em educação na Fael, o processo de inclusão no mercado de trabalho ocorreu de maneira tranquila. “Comigo não aconteceu nenhum problema e passei na minha primeira entrevista. Acredito que não há mais aquela resistência aos diplomas de EaD. Muito pelo contrário, o mercado está cada vez mais acostumado com esses profissionais”, afirma.

domingo, 4 de setembro de 2011

Projetos de leis federais visam o fim dos rodeios

ODEIO RODEIO - Últimas Notícias Sobre Rodeios  

 Projetos de leis federais visam o fim dos rodeios


Silva Júnior/Folhapress 

Laçadas podem causar diversos danos aos animais 

Leandro Conceição

Após o sacrifício de um bezerro que havia ficado tetraplégico em uma prova de bulldogging na Festa de Peão de Boiadeiro de Barretos, foi apresentado na Câmara dos Deputados na semana passada um projeto de lei (PL) que proíbe este tipo de atividade e as laçadas nos rodeios.

“Essa questão do bezerro foi uma cena muito cruel, a gota d’água. Para dar espetáculo, não há a necessidade de explorar os animais”, afirma o autor da proposta, o deputado federal Ricardo Trípoli (PSDB-SP), ao Visão Oeste.

No bulldogging, o peão desce de um cavalo em movimento e deve derrubar um bezerro usando apenas as mãos. O PL 2.086/2011 “proíbe perseguições seguidas de laçadas e derrubadas de animal em rodeios ou eventos similares.”

“Essas provas não só submetem os animais a sofrimento físico e psíquico, mas a risco de lesões, rupturas musculares e paralisia”, afirma Trípoli.

Se o projeto for aprovado, o infrator pode ser multado em R$ 30 mil, valor que dobra na reincidência.
Segundo Trípoli, o PL é um passo no sentido de futuramente proibir totalmente os rodeios. No entanto, a proibição da prática está inserida em proposta mais ampla, o Código Federal de Bem-Estar animal, também apresentado por ele, que tramita desde 2007.

O projeto determina que os animais sejam isentos de “lesões, fome, dor, desconforto, medo e estresse”. “Dizer que não há maus tratos a animais em rodeios é inverdade”, afirma o deputado.

“Com a comoção causada pelo caso do bezerro, podemos aprovar mais rapidamente o novo projeto. O Código é amplo e deve demorar um tempo ainda para ser aprovado”, explica Trípoli.

Polêmica sobre maus tratos


Os rodeios são acusados por protetores dos animais de uma série de maus tratos. Dizem que o sedém (espécie de corda que passa pela região da virilha), por exemplo, aperta os testículos e causa dor intensa nos bois.


Já os defensores dos rodeios dizem que o equipamento causa apenas “cócegas” para incentivar o animal a pular. O uso de um condutor elétrico para levar o animal à Arena também é criticado.

“Em muitas provas a crueldade é explicita. O caso do bezerro foi um que chamou mais atenção da mídia, mas existem diversas ocorrências de mortes de animais e até peões pelo Brasil afora”, diz o presidente da Associação Humanitária de Proteção e Bem-Estar Animal (Arca Brasil), Marco Ciampi.


Frequentadora de rodeios desde a infância, a publicitária Gabriela de Oliveira, 25, da comitiva country Eskulacho, de Osasco, diz que “muitos animais de rodeio são mais bem tratados do que pessoas”. “É preciso que haja fiscalização, em alguns rodeios pode até haver maus tratos. Mas, no geral, há todo um cuidado, os bois que vão à Arena são treinados e bem cuidados para isso”, afirma.


Ciampi afirma que os rodeios tem grande público devido aos shows realizados na festa. “Já não há mais interesse nessa exploração do animal, que é algo que não faz parte da cultura do Brasil”. Gabriela concorda: “A maioria vai pelos shows”.


No entanto, diz ela, “a competição é muito interessante, é uma grande adrenalina”. Para Ciampi, “os empresários devem ser mais criativos, substituir as provas com animal por outros tipos, como touro mecânico, por exemplo”.


http://www.visaooeste.com.br/cidades/404_projetos_de_leis_federais_visam_o_fim_dos_rodeios.html

sábado, 3 de setembro de 2011

É possível mudar a atitude: a tríade mídia, ecologia e sociedade

                                                                                            MARIA CRISTINA GOBBI

Chegamos a um momento da história em que devemos orientar nossos atos em todo mundo com particular atenção às conseqüências que podem ter para o meio ambiente. Por ignorância ou indiferença podemos causar danos imensos e irreparáveis ao meio ambiente da Terra, do qual depende nossa vida e nosso bem-estar. (parte da Declaração de Estocolmo sobre o Meio Ambiente Humano de 1972)

            Hoje, o movimento pró-ecologia, em todas as suas nuances, ganhou força e legitimidade em todo o mundo. Podem ser observados, na sociedade civil organizada, com slogans de “ecologicamente correto” ou mesmo no mundo corporativo, através de ações socialmente responsáveis. Termos como sustentabilidade, responsabilidade social, ecologia, entre tantos outros, passaram a ser utilizados de forma recorrente e invadem as páginas e telas dos meios de comunicação. Na atualidade, investir em questões sociais e ambientais ganhou eficácia, também, no mundo dos negócios.
            Pelo trecho destacado acima (da Declaração de Estocolmo), é possível imaginar que, no início da década de 70, alguns países já demonstravam a necessidade de mudanças reais dos hábitos a favor do desenvolvimento sustentado (termo que só apareceu anos depois). Hoje, o que percebemos é um abuso no apelo das empresas para ações, nem sempre reais, de responsabilidade social e de sustentabilidade, evidenciadas nos e pelos meios de comunicação. Plantio de árvores, doação de dinheiro são ações importantes, sem dúvida, mas é necessário que as empresas e os cidadãos compatibilizem o crescimento econômico, a equidade social e o equilíbrio ecológico.
            Nesse mote, como disse Eduardo Sanches (2008), é necessário incluir, no cenário das preocupações, o avanço tecnológico capaz de aumentar a expectativa da vida humana, redução da mortalidade infantil, prevenção de doenças, conhecimento, conforto, diversão, além de uma reavaliação das práticas adotadas, redirecionando-as de forma a manter um processo equilibrado entre a produção, o meio ambiente e a sociedade. Somente, assim, chegaremos ao conceito de desenvolvimento sustentável, no qual de fato se tenha o compromisso de atender seu propósito com eficiência no seu resultado.
            Atuar somente no equilíbrio ecológico, esquecendo os outros dois itens que são a equidade social e o crescimento econômico, provocará uma visão unilateral que acabará por permear somente um ponto desse sistema tríplice equilibrado (SANCHES, 2008, p. 20).
            É necessária, então, a compreensão ampla do conceito de desenvolvimento sustentável e de planejamento ambiental, para que seja possível atender, com balanceamento igualitário, às necessidades de todos que vivem e se utilizam desse planeta, sem perder de foco as raízes endógenas presentes na sustentabilidade cultural.

                                                                        Enviado por Elvira Sant’Anna C.
           
           

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Distância modifica paradigmas

“O aluno tem de ser capaz de construir o edifício de seu próprio conhecimento”. Assim o presidente da Associação Brasileira de Educação a Distância (ABED), Fredric Litto, define a mudança de foco que ocorre no ensino, fruto das alterações tecnológicas e de relações das últimas décadas. Segundo ele, estão com os dias contados as relações “prato feito”, nas quais os educadores oferecem uma quantidade limitada de informação que os alunos devem absorver. “Como a popularização da internet, essa lógica não tem como se manter. O aluno hoje busca um novo professor”.
Para o especialista, o aluno da EAD, apesar de beneficiado pelas facilidades temporais e geográficas, precisa ter mais motivação e disciplina do que o da modalidade presencial. “E preciso mais tempo para leitura e participação nas discussões online. A educação a distância também tem menor nível de flexibilidade em relação a prazos. O aluno não pode chorar para o professor”, lembra Litto.
Em condições, no entanto, não têm desanimado os estudantes: os níveis de abandono e evasão da modalidade a distância é bastante similares aos da presencial. O presidente da ABED afirma que o perfil de quem procura a EAD colabora para esse resultado: “São alunos mais maduros, que já trabalham e têm família. Não largam seus cursos, pois dependem deles para o futuro profissional”.
Para garantir que os esforços sejam recompensados pela instituição de ensino, Litto explica que os interessados precisam pesquisar a reputação dos cursos antes de se matricular, fazendo, se possível, experiências gratuitas. “O aluno deve exigir o máximo de sua escola, com especial atenção ao material ofertado, número de tutores e à qualidade dos exames.”
Fonte: Folha de São Paulo

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

A contribuição do e-learning para as empresas

O avanço das tecnologias, sua popularização e a consequente democratização do uso das ferramentas e aplicações a elas relacionadas têm transformado nossa sociedade. Entre outras influências provocadas, essa é uma realidade que mudou os negócios, a gestão (envolvendo os setores público e privado), a produção, os serviços, as relações sociais e até a educação de hoje. Pela utilização dessas novas tecnologias, as corporações vêm se aprimorando, especialmente no campo da educação e da formação profissional. Diante de algumas lacunas e de restrições notadas na preparação dos brasileiros para a atuação profissional, as empresas têm ampliado e reforçado sua atuação na área da educação corporativa e do treinamento. -
O uso das ferramentas e técnicas de e-learning – um dos tipos de ensino a distância (EAD) – tem contribuído de maneira decisiva para o sucesso das empreitadas corporativas na capacitação e atualização dos conhecimentos de seus profissionais. Grandes empresas que empregam consideráveis contingentes, e que muitas vezes estão presentes em diversas localidades do país (e até fora dele), são aquelas que mais se beneficiam das vantagens propiciadas por essa modalidade de ensino. Oferecer um treinamento a centenas, ou até milhares de profissionais, é uma tarefa muito mais fácil, especialmente pelo uso de redes internas às empresas (como as Intranets), ou externas (como a Internet). Além disso, há a praticidade de o estudante participar de qualquer lugar em que estiver de um curso de e-learning, fator especialmente vantajoso para empresas que têm parte de seus profissionais atuando fora de suas próprias instalações físicas.
Até mesmo a profusão dos equipamentos móveis, como smartphones e tablets, tem contribuído para os avanços dessa modalidade de ensino. Outra das grandes vantagens desse sistema é que a oferta e aplicação dos cursos a funcionários e colaboradores é sempre padronizada, não importando o nível de formação da pessoa ou o cargo que ocupa. Essa é uma característica que valoriza a qualidade do material educativo e nivela o potencial de aquisição de conhecimentos. O ensino eletrônico, que é atualmente reconhecido como tão eficaz quanto o presencial, contribui também para a economia de tempo dos profissionais e de recursos das corporações. Afinal, poupa-se na eliminação da necessidade de deslocamento das pessoas de suas unidades de trabalho para o local de aplicação de cursos. Além disso, a possibilidade de aplicar o treinamento a um número maior de pessoas simultaneamente reduz o dispêndio de recursos e tempo para a formação de grandes turmas.
É importante perceber que essa economia tem sido muitas vezes utilizada em investimentos no desenvolvimento das áreas de formação das empresas, principalmente nos próprios recursos de e-learning, ou na viabilização da estrutura tecnológica de suporte às plataformas de ensino a distância. Como empresa com atuação nas áreas de auditoria e consultoria, a KPMG tem valorizado o e-learning como plataforma prioritária para a formação, capacitação e atualização de seus profissionais. Somente no ano fiscal encerrado em 30 de setembro de 2010, foram investidos R$ 2 milhões no desenvolvimento da estrutura; elaboração ou aquisição de materiais, conteúdos e ferramentas; e aplicação de cursos nessa modalidade. Pelas próprias características de seu negócio, em que muitas vezes os profissionais atuam diretamente nas instalações de seus clientes, a adoção do modelo tem sido muito eficaz e vantajosa.
A comprovação de que está traçando o caminho adequado no campo da educação corporativa reflete-se no fato de que a KPMG recebeu recentemente o prêmio “Contribuição Marcante” do Congresso E-Learning Brasil 2011-2012. A premiação foi concedida pelo reconhecimento à estrutura formada, pelo uso bem-sucedido das ferramentas de e-learning e por casos de sucesso. Entre eles, após adquirir outra empresa e incorporar o seu pessoal, os cerca de mil profissionais participaram, em apenas dois dias, do módulo básico de formação da empresa (que inclui cursos de segurança da informação; ética e independência; cumprimento de leis; normas e regulamentações, etc.)
Em um cenário que se aproxima do pleno emprego e da alta competição entre empresas na disputa por profissionais qualificados, oferecer formação constante é uma das ferramentas essenciais para a qualificação e retenção dos talentos. O uso do e-learning está, portanto, entre as soluções mais práticas, econômicas e eficientes para desenvolver com sucesso a educação corporativa.
Fonte: DCI